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Trump articula controle da Groenlândia e pressiona o Irã

Trump discute controle da Groenlândia com a Otan e se posiciona sobre ajuda a manifestantes no Irã em meio a críticas internas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pontuou que está “conversando com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) sobre a Groenlândia”, ao voltar a mencionar objetivos de segurança nacional e geopolítica envolvendo o território autônomo da Dinamarca. Segundo ele, Washington avalia medidas para garantir maior controle estratégico sobre a ilha no Ártico, em meio a preocupações com uma suposta atuação de Rússia e China na região.

Pouco antes, Trump havia declarado que pode impor uma tarifa a países que não concordarem com a posição americana sobre a Groenlândia.

Ao deixar a Casa Branca antes de seguir para Mar-a-Lago, onde passará o fim de semana, questionado sobre a possibilidade de enviar “ajuda” aos manifestantes no Irã, como havia prometido anteriormente na Truth Social, Trump foi lacônico: “vocês descobrirão sobre isso”.

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Ele repetiu postagem de pouco antes ao salientar que “respeita o fato de que todas as execuções programadas foram canceladas pelo Irã” na véspera.

Em relação à América Latina, o presidente elogiou a líder da oposição venezuelana María Corina Machado. “É uma ótima pessoa e vamos conversar de novo”, disse, acrescentando: “Ela me ofereceu o prêmio (Nobel) e eu aceitei. Achei um lindo gesto.”

O comentário ocorreu após encontro na Casa Branca, quando María Corina entregou a Trump seu Prêmio Nobel da Paz de 2025 e pediu apoio dos EUA à transição democrática na Venezuela.

Ao comentar o avanço do Canadá nas negociações com a China, Trump minimizou críticas e afirmou que, se o premiê canadense, Mark Carney, conseguir um acordo, “ele deveria fazê-lo”, dizendo ser “aceitável que ele feche um acordo com a China”.

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Na agenda doméstica, Trump prometeu um choque nos custos de saúde. “Medicamentos terão seus preços reduzidos em porcentuais nunca vistos antes nos EUA”, afirmou, ao defender seu amplo plano para reduzir preços de remédios, seguros e serviços médicos, chamado de “Grande Plano de Saúde”.

Com informações da Estadão Conteúdo – Internacional, Pedro Lima

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