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Justiça mantém preso maníaco que atacou e matou moradores em situação de rua

A Justiça manteve a prisão de Celso Vinícios Braz, de 36 anos, suspeito de matar um morador em situação de rua e ferir outros três. “Neguinho”, como é conhecido, já foi preso por outro homicídio, foi sentenciado à internação compulsória após ser diagnosticado com esquizofrenia paranoide, mas fugiu do hospital em março e estava na rua desde então.

Celso durante prisão no ano passado (Foto: DHPP)

Celso passou por audiência de custódia na manhã desta terça-feira (14) e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.

Ele está detido desde domingo (12), quando matou um morador em situação de rua em frente ao Centro POP, na rua Joel Dibo, em Campo Grande. Para o ataque, Celso usou uma pedra. Segundo o boletim de ocorrência, outros três homens, de 61, 30 e 37 anos, foram feridos do mesmo jeito.

Um deles, identificado como Lucas Antônio da Silva, continua internado na Santa Casa de Campo Grande. Não foram repassadas informações sobre o estado de saúde dele.

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Crime e internação

No dia 19 de julho de 2025, Celso esfaqueou brutalmente Josias Francisco da Silva, também morador em situação de rua. O crime aconteceu na rua Miguel Couto, a poucos metros do local em que o assassino fez novas vítimas.

Na data, Celso usou uma faca para o ataque e esperou escondido pela vítima. Josias caminhava na rua quando foi surpreendido pelo assassino. Ele tentou correr, mas caiu e foi morto com vários golpes; 16 no total.

Celso fugiu depois do crime, mas foi preso dias depois.

Em fevereiro deste ano, o caso foi analisado pela 1ª Vara do Tribunal do Júri. Segundo o processo, o réu foi diagnosticado com “esquizofrenia paranoide”. Diante do laudo, o juiz Carlos Alberto Garcete considerou Celso inimputável — alguém que não conseguia se controlar no momento do crime — e, em vez de prisão, determinou que ele fosse internado por tempo indeterminado, mas por um período mínimo de um ano.

Consta no processo que Celso foi internado compulsoriamente no Hospital Nosso Lar, mas no dia 29 de março fugiu.

Ao comunicar a Justiça sobre a fuga, o hospital informou que a suspeita era de que Celso estivesse no Centro POP — local que oferece atendimento a pessoas em situação de rua.

A localização do suspeito foi confirmada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul no dia 1º de abril. No dia 7 de abril, no entanto, foi feito um pedido de providência de urgência “em razão do risco social do acusado, haja vista seu diagnóstico de Esquizofrenia Paranoide”.

Não houve tempo de uma nova internação. Celso estava há 14 dias na rua quando voltou a matar.

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